Uma única - e importante - observação no caso Telefônica/Speedy sem provedor: se o mercado de provedores de acesso à internet já não estava em amplo crescimento exatamente pelo aumento de acessos em banda larga (meu Vírtua, por exemplo, nunca precisou de um), agora pode vir por aí uma quebradeira geral entre os pequenos provedores, sem grandes (aham) empresas telefônicas (ou de mídia) por trás.

Quem deve sobrar? iG , Terra, UOL e Globo.com, numa briga que vai se desviar do acesso (discado, alguém, ainda?) e vai para o conteúdo. Quero ver se a aposta vai para o conteúdo pago (como a Globo.com e áreas do UOL) ou seguir a tendência mundial e abrir para todos? (aqui, em inglês, tem outro ponto de vista sobre essa história de conteúdo aberto/pago)